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riscos_e_rabiscos

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Mas Onde É Que Estão...?!

 

Devo começar por dizer já que hoje “tou aim”. Significa isto que estou doentinha, não sei se constipada se com vontade de ficar constipada. Ehhhh!

 

Apesar do meu estado “aim”, dei a minha explicação matinal, subi e desci até ao 3º andar duas vezes seguidas e fui enfrentar as feras do convento e do zoo*. E consegui combater tudo isto apenas com uns manuais escolares e dois pacotes de lenços de papel!

 

Ia eu no bus meia zombie por causa do meu estado “aim”, quando entra um velhote e se senta num lugar da frente. Mal arranca o bus, o velhote deixa cair qualquer coisa. Andou às apalpadelas no chão durante um bocado mas não percebi se tinha apanhado ou não o que deixara cair.

 

O bus continuou o seu percurso e eu continuei distraída no meu “zombinanço”. Entretanto, numa paragem, o velhote levanta-se e dirige-se à porta da frente. Baixa-se e começa a tentar tirar algo de debaixo da porta.

 

O motorista estranhando aquilo e pensando que qualquer coisa que fosse do velhote tivesse caído e ficado entalado, dizia-lhe “mas o que é que o senhor está a fazer? Não mexa aí…” mas o pior é que o velhote não dizia nem ai, nem ui e lá tentava tirar algo.

 

“Espere lá que eu fecho a porta” disse o motorista. A porta fechou-se e o motorista voltou a perguntar “mas o que é que o senhor está à procura?”. Finalmente o velhote respondeu “é que eu deixei cair os meus dentes…“. “Mas os seus dentes não estão ali…”, disse o motorista.

“Aquela coisa vermelha parecia os meus dentes…”, respondeu o velhote. Com uma paciência de Job o motorista volta a perguntar “mas já encontrou os dentes?”. O velhote pára, sente qualquer coisa e responde “afinal tenho-os na boca…”

 

Risota geral no bus!

 

 

 

 

 

»Isto irá dar um post espectacular… vão ver :P

Aventura Rocambolesca!

 

Sempre que vou para o meu colégio “mais velho” apanho sempre o bus das 14.25m. Assim como eu, a maioria das pessoas que aí embarcam são habitués. É como uma grande família que ali entra aquela hora mas onde ninguém diz nada a ninguém. Todos se conhecem mas ninguém se fala…

 

Um dia destes chovia a cântaros e há uma velhota que entra no bus. Vinha carregada com um carrinho de compras e com o chapéu-de-chuva aberto. Tal como estava, assim entrou. Mesmo que digam que chapéus-de-chuva abertos em casa dão azar… Suponho que esta superstição também se deve aplicar a camionetas.

 

Mais à frente entra um velhote, que é daqueles velhotes empregados pelas Câmaras Municipais para ajudar as crianças a atravessar as ruas quando saem das escolas, que tem um ar plácido e meigo e que se senta sempre no mesmo lugar.

 

Quis o destino que a velhota do chapéu-de-chuva e o velhote saíssem na mesma paragem. Mas enquanto a velhota saia pela porta da frente, o velhote descia pela porta de trás. Até aqui tudo bem.

O pior é que a velhota nunca fechou o chapéu-de-chuva e ao sair com toda a sua traquitana, ficou entalada na porta.

 

Perante os “ai, ai, ai” da velhota, o motorista todo aflito e atrapalhado, fecha as portas para desentalar a velhota. E é aqui que a coisa se dá. Para desentalar a velhota, entalou o velhote!!!

Quando finalmente sintoniza as portas e os desentalanços, o velhote sai da camioneta e solta um valente “C….lho!” e ainda se vira para o motorista e diz “você está bêbado ou quê?!”

 

O meu queixo caiu ao chão pois nunca imaginei que o velhote proferisse uma obscenidade destas… É que ele tem um ar tão angelical! De início ficou tudo estupefacto e sem reacção mas após o choque inicial, caiu tudo numa risota à socapa! Eheheheh!